domingo, 20 de março de 2011

Um passeio


Um passeio pela Casa de Cultura Mario Quintana.
Jacque, que mora em Porto Alegre, foi passear na CCMQ e vejam só o que ela me mandou por e-mail: estas fotos, que para mim são bem valiosas.
Que gesto gentil desta gaúcha tão querida.
Obrigada Jacque, por essa imensa alegria!

Documentos de identidade;

Uma homenagem;

Sua obra;

Certidões de Nascimento e Morte


Além de todo o acervo do nosso Poeta, lá também existe uma lojinha por demais simpática,

que oferece aos visitantes várias opções de presentes e lembrancinhas que tem como tema o nosso querido Mario Quintana.
Livros, cadernos,

chaveiros, quadrinhos

e muitos outros objetos que fazem alusão à obra do Quintana, como estas simpáticas salamandras na parede.

E estes bonequinhos feitos em tecido, que graça!

... e este aqui, veio de avião pra mim.

Enquanto eu não vou à Porto Alegre, vou curtinho meus presentinhos.


E para finalizar o passeio, é só tomar um café acompanhado de tabletinhos de chocolate, como o nosso poeta gostava.
No Café

ou no Bar que fica logo a cima da loja.


Obrigada Jacque.

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domingo, 13 de fevereiro de 2011

O DRAGÃO


Na volta da esquina encontrei um dragão.
- Que belas escamas, senhor dragão! Que luminoso laquê! E as chamas que deitais por vossa goela têm o colorido e o movimento de um balé! E que padrão heráldico, Excelência, que...
O dragão saiu se reboleando.


Mario Quintana

TEORIA DO ESQUECIMENTO



A taça do Rei de Tule
Dorme no fundo das ondas
Ele agora tem um bule
Lisinho, quente e redondo

Mario Quintana

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Há um grande silêncio


Há um grande silêncio que está sempre à escuta.
E por todo o sempre, enquanto a gente fala, fala, fala
o silêncio escuta...
e cala.


Mario Quintana

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Uns e Outros


Esses cachorros da rua, que nós aqui chamamos guaipecas e cujo pedigree é do mais puro pot-pourri, capaz de enlouquecer qualquer genealogista canino - você já repararam como são alegres, espertos, afetuosos?
Só os de pura raça são graves e creio que tristes como os faraós egípcios, os chefes incaicos, os príncipes astecas.


Mario Quintana - A vaca e o hipogrifo

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

O Papão



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De dia ele gostava de dormir e de noite ficava comendo barras de chocolate com café preto. Nas sextas-feiras eu o levava a passear de automóvel. Íamos num bar à beira do rio Guaíba comer pasteizinhos de camarão, que ele gostava muito. Uma vez o levei à sede de um clube náutico. Havia muita gente, logo ele foi reconhecido e vieram muitas crianças para vê-lo. Uma vovó beijou sua mão. Ele disse: "Não beije minha mão, não sou o Papa". E voltando-se para mim, acrescentou: "Sou o Papão".
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Pequeno trecho do texto: "Quem é Mario Quintana", escrito por Sérgio Faraco no livro Sapato Furado, de Quintana.

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