segunda-feira, 5 de maio de 2014

20 anos sem Quintana

(30 de julho de 1906 - 05 de maio de 1994)
20 anos sem Quintana

Força do hábito
Um dia o meu cavalo voltará sozinho e, assumindo sem querer a minha imagem e semelhança, virá ler, naquele café de sempre, nosso jornal de cada dia...

Mario Quintana
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quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Um cartão


Facebook - Chiado Editora
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quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Um Cartão


Colaboração de Júlia Ribeiro (Julinha)
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segunda-feira, 28 de outubro de 2013

O BATALHÃO DAS LETRAS (Q, R, S, T)

Esse Q das QUEIJADINHAS,
Dos bons QUITUTES de QUIABO
Era um O tão mentiroso
Que um dia criou rabo!


Os RATOS morrem de RISO
Ao roer o queijo do prato.
Mas pra que tanto riso?
Quem ri por último é o gato.

Acheguem-se com cuidado,
De olho aceso, minha gente:
O S tem forma de cobra,
Com ele se escreve SERPENTE.


É o T das TRANÇAS compridas,
Boas da gente puxar;
Jeito bom de namorar
As menininhas queridas...

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domingo, 7 de abril de 2013

Nas livrarias


"Nas livrarias brasileiras, o belo primeiro volume da poesia completa de Mario Quintana ("Canções, Sapato Florido e A Rua dos Cataventos"), da Alfaguara. 


Informação via Facebook.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Esperança



Lá bem no alto do décimo segundo andar do Ano
Vive uma louca chamada Esperança
E ela pensa que quando todas as sirenas
Todas as buzinas
Todos os reco-recos tocarem
Atira-se
E
— ó delicioso vôo!
Ela será encontrada miraculosamente incólume na calçada,
Outra vez criança...
E em torno dela indagará o povo:
— Como é teu nome, meninazinha de olhos verdes?
E ela lhes dirá
(É preciso dizer-lhes tudo de novo!)
Ela lhes dirá bem devagarinho, para que não esqueçam:
— O meu nome é ESPERANÇA...

Mario Quintana


Desejando um 2013 cheio de Esperança para todos os seguidores de Quintana...

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quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Tempo perdido


Havia um tempo de cadeiras na calçada. Era um tempo em que havia mais estrelas. Tempo em que as crianças brincavam sob a claraboia da lua. E o cachorro era um grande personagem. E também no relógio de parede. Ele não media o tempo simplesmente: ele meditava o tempo.

Mario Quintana

(Cadernos de Literatura Brasileira - Instituto Moreira Salles)

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